
ENSINO FUNDAMENTAL 2
Entre o 6º e o 9º ano, os alunos vivem uma transição importante. O ensino fundamental II é o período em que se despedem da infância e ingressam na adolescência. Uma fase tão marcante provoca mudanças em aspectos importantes da vida, inclusive na relação com a escola e com o processo educativo.
É preciso compreender esta transformação e, ao mesmo tempo, preparar os estudantes para o que virá. O trabalho do Pilar vai exatamente nesse sentido, garantindo que os educandos deem continuidade à evolução dos seus conhecimentos superando os novos desafios cognitivos e interpessoais.
O momento de estimular o protagonismo e a independência
Cada vez mais conscientes do seu papel como protagonistas na escola, na sociedade e no mundo, os estudantes do Pilar encontram aqui apoio para o exercício da independência. A instituição estimula a busca por autonomia, sempre reiterando a importância da organização, disciplina, foco e autonomia.
Os alunos são constantemente encorajados a cultivar o hábito do estudo, além de serem responsáveis pelo acompanhamento dos conteúdos dados em sala de aula e as atividades propostas para casa.
Na visão do Pilar, o ensino fundamental II deve ser uma etapa dedicada à continuidade da autonomia intelectual do aluno por meio da apropriação, ampliação e sistematização dos conteúdos. Na fundamentação das ações educativas, estão presentes a Criatividade, Criticidade, Ética, Relacionamento Humano, Cidadania e Conhecimento.
Eventos para expandir o conhecimento
Nós sabemos que, para um desenvolvimento completo dos estudantes, é preciso que eles entrem em contato com novas possibilidades. Dessa forma, ampliam o conhecimento e potencializam habilidades.
Seguindo essa premissa, mantemos parcerias com olimpíadas do conhecimento nacionais. Essas iniciativas, através de competições saudáveis, tornam o aprendizado mais estimulante e ainda auxiliam na aquisição de novas competências.
Os estudantes aprofundam-se mais no entendimento da ciência e tecnologias e ainda podem participar de eventos internacionais. As parcerias que algumas dessas olimpíadas mantêm com instituições de ensino superior representam mais uma vantagem para os participantes, pois podem encorajar a escolha profissional.
Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA)
A OBA é realizada desde 1998 pela Sociedade Astronômica Brasileira. Podem participar estudantes desde o 1º ano do ensino fundamental até o último ano do ensino médio, sendo que o nível varia de acordo com a etapa de ensino.
O Pilar é uma das escolas cadastradas junto à Sociedade, o que permite que os alunos realizem a competição na própria sede da instituição. Os melhores colocados recebem medalhas e certificados e ainda são preparados para participar nas olimpíadas internacionais.
Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas e Privadas (OBMEP)
Realizada pelo Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) desde 2005, a OBMEP quer estimular o envolvimento dos alunos com essa área do conhecimento, que muitas vezes é considerada “assustadora”. Através do desafio, o órgão pretende ainda identificar jovens com aptidão e gosto pela matéria.
A disputa é direcionada para estudantes do ensino fundamental 2 e do ensino médio. Os premiados ganham medalhas e certificados de menção honrosa.
Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR)
O domínio da tecnologia tornou-se fundamental tanto para a realização de atividades do dia a dia como para um bom desempenho acadêmico e profissional. E a robótica, que já pareceu tão distante da nossa realidade, é, neste momento, presente e futuro. Portanto, nada mais natural do que incentivar o conhecimento sobre a área.
A OBR surgiu justamente com essa intenção, através da iniciativa de uma comissão voluntária formada por professores, cientistas e doutores na área de robótica e tecnologia no Brasil.
O evento, que tem uma modalidade teórica e uma prática, é aberto a todos os estudantes do ensino fundamental. A premiação inclui certificados de participação e medalhas. Os alunos ganham ainda cursos gratuitos de robótica no processo e apoio para participar de uma competição internacional.
Olimpíada Brasileira de Informática (OBI)
Realizada anualmente pela Sociedade Brasileira de Computação, a OBI tem desde 1999 o objetivo de incitar o interesse de estudantes de todo o país nesse setor. Com uma expansão cada vez mais expressiva, as Ciências da Computação revolucionaram a organização da nossa sociedade e devem continuar a provocar mudanças profundas.
A competição, orientada para alunos do ensino fundamental e médio, tem duas modalidades. Na iniciação, as provas são feitas com papel e lápis e as questões são de lógica. Já na programação, os testes são no computador e utilizam diferentes linguagens de programação.
Além de medalhas e certificados, os melhores classificados podem ser convidados para participar de duas grandes disputas internacionais, Competição Ibero-Americana de Informática e Computação e a Olimpíada Internacional de Informática.
Concurso Canguru de Matemática
O Concurso Canguru de Matemática é a maior competição de Matemática do mundo. Realizada em mais de 80 países, teve origem na França e é destinada aos estudantes do 3º ano do ensino fundamental até os da 3ª série do ensino médio. No Brasil, o evento é realizado desde 2009 e conta com cada vez mais adesões.
Assim como acontece com a Olimpíada, o intuito do Canguru é incentivar o gosto pela Matemática e melhorar o desempenho dos estudantes, de uma forma geral, nesta matéria.